O que funciona pra Tecnologia pode afundar um currículo de RH. Um banco com a lógica de currículo certa pra 9 áreas diferentes, mais o que fazer o robô e o recrutador lerem o mesmo currículo do mesmo jeito.
Lê o currículo de forma linear, de cima pra baixo, procurando palavras-chave da vaga. Não entende coluna, não entende ícone, não entende imagem. Se o formato confunde a leitura, o currículo nem chega no recrutador.
Lê rápido, buscando destaque de experiência real conectada à vaga. Não tem paciência pra currículo bonito e vazio, quer entender em segundos se aquela pessoa serve.
Currículo bom não escolhe entre os dois, alinha os dois ao mesmo tempo. E nem todo modelo serve pra toda área, tem nuance de quanto colocar, o que priorizar e o que deixar de fora.
Colunas, ícones e imagem quebram a leitura linear da inteligência artificial, que acaba misturando o seu nome com a sua experiência em vez de ler um bloco de cada vez. O foco também acaba indo pro visual do currículo, não pra experiência de quem escreveu.
Leitura linha por linha, sem nada disputando atenção com a experiência. É o formato que a inteligência artificial lê com mais precisão e que a maioria dos recrutadores já está acostumada a avaliar, o que acelera a análise a seu favor.
Um currículo criativo numa área técnica, ou um currículo curto demais numa área que pede mais profundidade.
Experiência real, mas descrita sem nenhuma palavra-chave nem contexto que bata com o que a vaga pede.
Se enviado pra oportunidade muito distante da sua trajetória, nenhum ajuste de formato resolve sozinho.
Excesso de seção, informação redundante ou formatação que enche o currículo sem acrescentar clareza.
Resultado demais aqui assusta mais do que impressiona. Área operacional valoriza quem executa bem a tarefa, e o recrutador pode ler currículo cheio de resultado como alguém querendo assumir o lugar de outra pessoa. O resultado funciona melhor embutido dentro da própria atividade, não empilhado à parte.
Atendimento é setor que só cresce, inclusive com vaga fora do Brasil, e quem mostra métrica clara de impacto sai na frente de quem só descreve a rotina. NPS, número de clientes atendidos, taxa de resolução e tempo de onboarding são os números que um recrutador dessa área procura primeiro.
Ver modelo completo ↗Ferramenta sozinha não convence mais ninguém, curso de Python ou SQL hoje é acessível pra praticamente todo mundo. O que separa um currículo de dados bom é mostrar o que aquela habilidade gerou de resultado real pro negócio, sempre com número.
Um líder é avaliado pelo tamanho do problema que resolveu junto com o time, não só pelo título do cargo. Citar metodologia (Scrum, Kanban) e ferramenta (Trello, Asana) funciona como prova de organização, e contar uma situação real com número de pessoas e resultado pesa mais que qualquer adjetivo de liderança.
Ver modelo completo ↗Currículo de marketing sem número é a reclamação mais comum de quem recruta pra essa área. Toda ação de marketing gera um dado rastreável, então a régua aqui é sempre mostrar o antes e o depois, por canal: seguidores e engajamento em rede social, taxa de abertura e conversão em email, CPC e ROI em tráfego pago.
A seção de projetos costuma ficar genérica ou vazia, e é exatamente onde dá pra transformar uma melhoria pequena do dia a dia num número que impressiona. Uma tarefa de 1 hora por dia automatizada, por exemplo, vira 210 horas economizadas em 10 meses, quase um mês inteiro de trabalho.
Ver modelo completo ↗RH tem dois perfis bem diferentes dentro da mesma área. Papel operacional (folha de pagamento, documentação, conformidade) pede currículo mais conciso e direto. Papel estratégico (desenvolvimento, campanha interna, análise de desempenho) pede resultado quantificado. Currículo que mistura os dois confunde o recrutador sobre qual frente a pessoa realmente domina.
Ver modelo completo ↗Em tecnologia praticamente todo mundo tem acesso às mesmas ferramentas e certificações, então o que separa um currículo bom é mostrar o problema que aquela habilidade resolveu, não só listar a stack usada.
Número é a linguagem universal de vendas. Quem recruta pra essa área quer ver prova de que a pessoa já trouxe receita antes, então currículo bom é o que fala de dinheiro e crescimento percentual, mesmo quando o número absoluto ainda é pequeno.
Não adianta ter o modelo perfeito se você não sabe o que aquela vaga específica está pedindo. Na mentoria a gente mapeia isso com você, monta o seu currículo com o método VRD e você ainda tem acesso a um robô que adapta seu currículo pra cada vaga em menos de dois minutos.
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